Bárbara esta publicação do Ricardo Pereira Duarte no facebook! Hoje, no Jornal do Almoço, da RBSTV, deu notícia de que a Brigada Militar descobriu no terreno de uma casa de Uruguaiana dois pés de Canabis sativa com 1,70 de altura. Os brigadianos arrancaram a erva mostrada aos telespectadores ainda com as raízes cheias de terra. Agora, levado o caso à justiça estão vendo se enquadram o proprietário como "portador", ou como "traficante" da erva.
No bolso do cara, não cabem; enquanto vegetando presos ao chão, não podem ser traficados!
Me fez lembrar o caso do estacionário da estação de trens do Touro Passo que, recebendo um porco encerrado para embarque e, não conseguindo enquadrar a "mercadoria" nos seus protocolos habituais, enviou telegrama à sede da cidade perguntando: "Porco em gaiola, é considerado ave?"
Mais um adeus, Mato Grosso
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Mais um adeus, Mato GrossoTexto e fotos de Valéria del CuetoAlguns textos
são difíceis de escrever. São aqueles que concretizam ações que, até
estarem no p...
Há 15 horas

Há um ditado muito antigo que diz que ovelha não e pra mato. Quando o sujeito é guarda de quarteirão precisa se ater ao policiamento ostensivo e nunca imiscuir-se em atividade de terceiros. Esse sujeitos estão ficando ”espertos” pois “investigam” ao lado do MP e ali por certo aprendem muito. O MP gosta muito de ser polícia e esses guardas ainda mais. Resulta daí que ocorrem nesses casos desvios de função e isso não vai terminar bem. No início do ano essa guarda de quarteirão incendiou literalmente o estado. O Tarso infelizmente não mandou esse chefe frouxo deles pro inferno. Resultou daí que estão dando as cartas e jogando de mão. Como o moral da pensão deles está muito baixo coincidentemente surgem aqui e acolá algumas bombinhas que rendem grandes espaços na mídia. E o pior é que os grandes veículos de comunicação são demaisado inocentes e fazem de conta que nada percebem. Eu ainda não esqueci o assassinato do Presidente do CREMERS, quando na mesma madrugada ao examinar fotografia na edição digital de ZH percebi pela concentração de tiros que se tratava de um profissional e não um vagabundo qualquer. Percebi igualmente que a munição era recarregada e assim sendo era munição do estado, pelo calibre. Minha instituição a Políca Civil usa somente munição nova, não tendo assim a pratica de recarregar. Passei tal informação a dois outros jornalistas que não quiseram acreditar. Menos de um mês depois a origem da munição foi confirmada pela Polícia Civil. Imediatamente a a tYa, a paulistana, Governadora à época trocou o Chefe de Polícia e as coisas não só se acalmaram como mudaram de rumo.Naquele momento me senti vivendo sob o Governo de Brasília sob o controle do honesto Arruda.
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