O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,/
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia/
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. Fernando Pessoa
DIA DO ORGULHO GAÚCHO
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RUDOLF GENRO GESSINGER
https://www.gaz.com.br/dia-do-orgulho-gaucho/
Não foram amansadas pelos livros de história as pessoas que
d...
Uma conversa com Emanuel
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Augusto Aras, o procurador-mor, foi ontem ao STF, contestar trechos da
resolução que ampliou os poderes do TSE para enfrentar a desinformação na
campanha. ...
AMOR FELIZ
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Amor feliz é como água do mar que você pode ver os seus pés.
Amor feliz é quando você não esconde nada. Nenhuma tristeza, nenhuma
alegria, nenhuma mensagem...
Donana está de casa nova!
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Donana nasceu em Barcelona, em 2009, de parto natural. Escorregou feito um
quiabo enquanto eu escrevia um post aqui para o yo que sé?, blog que
mantive em ...
Involucrarse en la realidad
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Hace ya años, en 2002, se publicó en el Reino Unido el polémico libro Koba
el Temible. La risa y los Veinte Millones (Anagrama, 2004; traducción de
Antonio...
Dois conterrâneos, que moram longe daqui, pediram que publicasse o vídeo em que o prefeito Sanchotene Felice dá um passa-fora num dirigente do CNEC. Independente do juízo que se possa fazer sobre o episódio, ficará aqui o vídeo, como epitáfio de uma época em que os homens públicos se indignavam. (Sei que muitos gostariam de metade dessa indignação em cima da PUC, que vendeu à UNIPAMPA patrimônio que fora doado pela comunidade uruguaianense - além de canibalizar e levar para Porto Alegre a infraestrutura, como queria fazer - ou fez, não sei - com o laboratório de solos), mas numa época em que políticos, mesmo quando envolvidos em escândalos, jamais se indignam e apenas perguntam, candidamente, "- Cadê as provas?", o rompante de Sanchotene é um brado contra as boas-maneiras a que estamos acostumados. (Registre-se que o senhor de camisa e cabelos brancos ali sentado é nada menos que o uruguaianense Afonso Paz, já com 84 ou 85 anos, que, nos anos 70, lá no Norte (ou Centro-Oeste?), era mais que temido! Perguntem pros mais antigos ...) Definitivamente, vença quem vencer em 2012, o fim do atual governo será o fim da geração que foi criança no tempo de caudilhos como Flores da Cunha. E, por um lado, isso é uma pena.
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